Ressonância magnética no diagnóstico da endometriose
Uma revisão integrativa
DOI:
https://doi.org/10.63162/v66n67pPalavras-chave:
Diagnóstico por imagem, Endometriose, Endometrioma, Ressonância magnética, RevisãoResumo
O diagnóstico da endometriose exige uma abordagem abrangente, combinando história clínica, exames invasivos
e não invasivos. A laparoscopia, padrão-ouro para o diagnóstico definitivo, é invasiva, dispendiosa e envolve riscos.
Nesse sentido, o diagnóstico por imagem tem ganhado destaque, especialmente na ultrassonografia transvaginal
(USG TV), primeira escolha na investigação, e na ressonância magnética (RM). Apesar de ser o exame de imagem
secundário, a RM desempenha um papel essencial na determinação da extensão da doença, auxiliando no
planejamento cirúrgico e multidisciplinar. Sua alta sensibilidade permite identificar lesões profundas e fornecer
uma visão anatômica precisa, sendo, portanto, especialmente útil na avaliação da endometriose pélvica profunda.
Além disso, a RM permite diferenciar a endometriose de outras patologias ginecológicas e avaliar aderências e
complicações, sendo uma ferramenta indispensável para um planejamento terapêutico mais eficaz.
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