Comportamento do estresse percebido pelo policial militar durante a formação básica
Palavras-chave:
POLÍCIA, SAÚDE MILITAR, ESTRESSE OCUPACIONAL, CAPACITAÇÃO PROFISSIONALResumo
Objetivo. Avaliar a comportamento da percepção do estresse do durante a formação básica do Policial Militar. Métodos. Trata-se de uma coorte, com policiais amostrados em Grupo Exposição (GE) Grupo Não Exposição (GNE) à regionalização do CFP. Foram empregados para coleta de dados o Questionário Socioprofissional e a Escala de Estresse Percebido (PPS-14). Foram analisados os fatores de risco relacionados ao perfil do policial militar na formação básica, condição de saúde, hábitos de vida e organização do trabalho através do nível e progressão do estresse percebido. Resultados. Um total de 69 soldados participaram do estudo (GE=31 e GNE=38). O escore de estresse observado foi maior na regionalização – GE (19,56±5,37; p=0,892) GNE (16,84±4,87; p=0,540) com maior progressão “estresse negativo) (GE=64,5% e GNE=76,3%) em relação ao “estresse positivo” (GE=35,5% e GNE=23,7%). Conclusões. O estudo observou como perfil de ingresso na polícia militar indivíduos como do gênero masculino, na faixa etária entre 20 e 29 anos, da cor parda, solteiros e sem filhos. Houve diferença de estresse entre a formação no interior e na capital, com maior carga de estresse na avaliação após 06 meses de curso referentes ao interior. Além disso, a carga horária extra de 24 horas aumentou o risco de estresse em 4 vezes para o grupo formado no interior.
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